quarta-feira, 6 de julho de 2011
A Menina!
Não sabemos quando isso começou, e nem se algum dia vai parar. Ela sempre fez parte do grupo de pessoas que não tem vergonha de dizer o que sente, nunca mentiu sobre algum sentimento. Omitiu, talvez. Ela é daquelas que conta toda sua história mesmo tendo conhecido a pessoa há meia hora. Ela não sabe esconder, e muitas vezes sofre por isso. Gosta de aconselhar e ser aconselhada. Sabe guardar segredos, mas não quando diz respeito a sua própria vida. O que às vezes é um problema. Mas ela é dessas que tem a mania de amar demais, confiar demais, falar demais. Protege, ama e cuida da “sua gente” (é assim que ela gosta de chamá-los) como se nunca tivesse sido magoada, como se o tempo nunca tivesse levado alguma amizade, como se não houvesse diferenças. Ela acredita no amor, na lealdade, na amizade e é fiel ao que sente. Às vezes é julgada incorretamente, mas isso não a preocupa. Ela reconhece quem está ao seu lado, e por essas pessoas ela faz tudo. T-U-D-O. Ela enche a boca pra falar das pessoas que ama, como se nunca tivesse se decepcionado. Ela não guarda mágoas, mas não consegue ser a mesma pessoa com quem a já magoou. É daquelas que dá a cara à tapa por quem ama, sem medo. Ela não sabe deixar as coisas pra depois. É do tipo que prefere fazer na hora. Arrependimentos? Ela costuma dizer que não há porque se arrepender se algum dia aquilo te fez sorrir. Enquanto a maioria pensa em fazer, ela vai e faz. Não sabe se controlar, impulsiva. Deixa as palavras voarem da boca. Espera demais das pessoas, quebra a cara, levanta e continua. Quem a vê em festas ou bares, acha que sua vida é feita de pétalas de rosas, roupinhas de marcas e conversas inúteis. Mal sabem eles que por trás de toda armadura que ela possui, existe apenas uma menina cheia de sonhos e planos, com muitos medos e cicatrizes de uma vida não muito longa, mas com muitas histórias. Algumas ótimas, outras nem tanto... Marcas que fazem parte do que ela vem se tornando. Ela é daquelas que sonha em ter uma família, três filhas, cachorros e muitos netos. Tem mania de limpeza e de organização.. Muito raramente está de mau humor, e mesmo assim não o descarrega nas pessoas a sua volta. É autêntica, extrovertida e tagarela. É daquelas que faz de tudo para arrancar um sorriso de quem está triste, nem que seja meio torto. Nada é simples quando o mundo é dela. Nada é muito quando é pra ela. Ela não tem vergonha de nada do que um dia fez. A menina - que apesar de toda pose e frases sobre “curtição” - acredita no amor. E espera ansiosa o dia que vai encontrar aquela pessoa que vai fazer seu mundo parar, ouvir sinos, sentir borboletas no estômago, e tudo parecer ter sentido. Não que ela se sinta incompleta ou que ela acredite que sua felicidade depende de outra pessoa, mas ela acredita que amor nunca é demais e sonha em construir um futuro ao lado de alguém especial. Apesar de não parecer, ela é romântica, carente, carinhosa, dengosa e confesso que um pouco mimada. Adora ser paparicada e receber atenção. É ciumenta, possessiva, teimosa e um pouco orgulhosa. Poucas são as pessoas que a conhecem de verdade, muitos foram apresentados apenas à versão que ela criou para não ficar tão deslocada de uma geração que não procura mais por amor e outros sentimentos lindos que estão sendo substituídos por “apenas uma noite.” O que vai ser da vida dela? Ela se pergunta isso milhares de vezes, todos os dias. E a resposta? Tá escrita nas cartas, e tão cedo não se apaga.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
@claramentes
Por mais que a minha aparência te diga que eu sou de tolerar ou ousando te esperar, eu anuncio agora - com platéias, testemunhas e brilho nos olhos - que eu não sou. Não que a minha intenção seja te decepcionar, já que há anos você sonha comigo submissa a você. Mas já interrompendo esse teu sono, que te faz bambear e continuar com os olhos fechados, informo que não. Eu não vou te ligar, tampouco te procurar. Seja por saudade ou incomodo pelo fato de não saber onde você esta, onde esteve ontem e principalmente com quem. Ou melhor: com qual? Essa sua coleção que aumenta por onde você passa, não te deixa ver que é você quem vai passar também. E me pergunto, todos os dias: O que vê de divertido nessas pré-eliminares? Fingindo que esta selecionando algo. Encostar a cabeça no travesseiro e dormir, sorrindo.. sem peso nenhum na consciência.
Fácil ver que aquelas que te cercam, são as mesmas que te tem, o que não é difícil. E o que me importa, se quem assiste de camarote sou eu? Se já comprei todas as sessões e esse teu filme.. ah, esse eu pago pra ver! Entendo, talvez eu tenha perdido a minha candura e inocência e não saiba mais brincar com criança, me perdoe.
Olhando assim, acho até engraçado... se veste como um homem e age como um moleque. Aceita a troca de um o ponto de interrogação por um ponto final? Obrigada! Não me convém te julgar, mas não vejo o que não existe. Meus olhos são críticos! E o que mais há pra dizer agora, agora que estou tão tranqüila? Aliás, o que você faz fora do meu coração, é problema seu!
Fácil ver que aquelas que te cercam, são as mesmas que te tem, o que não é difícil. E o que me importa, se quem assiste de camarote sou eu? Se já comprei todas as sessões e esse teu filme.. ah, esse eu pago pra ver! Entendo, talvez eu tenha perdido a minha candura e inocência e não saiba mais brincar com criança, me perdoe.
Olhando assim, acho até engraçado... se veste como um homem e age como um moleque. Aceita a troca de um o ponto de interrogação por um ponto final? Obrigada! Não me convém te julgar, mas não vejo o que não existe. Meus olhos são críticos! E o que mais há pra dizer agora, agora que estou tão tranqüila? Aliás, o que você faz fora do meu coração, é problema seu!
terça-feira, 10 de maio de 2011
A Taurina
Elegância e extrema feminilidade - a mulher de touro. Sabe o que faz e sabe que faz bem, por que se preocupar com os outros, certo? Errado. Por mais auto-confiança que ela passe, ela morre de medo de perder o que tem em suas mãos e o que ainda terá.
Pode tomar o controle da situação se você não souber segurar em sua mão... ela consegue! Isenta de quaisquer tipo de emoções que a faça parecer menos mulher do que Forte-mulher. Com direito a 'F' maiúsculo e tudo! Do contrário que você pense.. não. Ela não é uma louca-apaixonada que quer possuir cada vez mais o que já tem. Ela só cuida do que é dela, e não esta errada. Aliás, qual é a obra feminina do zoodiaco que não se sente ameaçada em alguma circunstância? É preciso de muito para tirá-la do sério... a questão é que as vezes, o pouco pra você já é um muito para ela. Se é que me entende!
E sua postura atrai mesmo aqueles que pouco se importam com tanta formalidade. Se quer, dificilmente não consegue. E se não conseguir, não esquenta. Ela sabe, se tentar mais uma vez, vai conseguir mesmo. Não pensa em nada que não seja concreto. Só acredita no que vê e raramente no que sente, pode até duvidar de si mesma quando se vê apaixonada. " Mas será que estou mesmo? "
Se estiver, sorte sua. Além de grande mulher, você ganhou um grande protetora. Ela dá o mundo para te proteger.
E não venha você com coisas, palavras e atitudes artificiais que ela não vai aceitar. Na verdade, se não for intensamente verdadeiro e verídico, ela nem vai ouvir. Ela vai ignorar!
Te aconselho a não provoca-lá... não despertar o ciumes dessa mulher. Adora esconder os sentimentos, as fraquezas, mas eu não pagaria para ver. Pode vir, não vai abate-la. Afinal, ser o que ela é já é o bastante, não há de que se preocupar... ela sabe! Não a subestime e nem a apresse se não quiser ve-la em seu momento ação, do qual ela não têm medo de fazer juz ao nome do signo. Poucas vezes irá ouvi-lá dizer "foi mais forte do que eu. " sabe se controlar, sabe não se apaixonar.. mas se não conseguir, olha.. sorte sua, sorte sua!
Pode tomar o controle da situação se você não souber segurar em sua mão... ela consegue! Isenta de quaisquer tipo de emoções que a faça parecer menos mulher do que Forte-mulher. Com direito a 'F' maiúsculo e tudo! Do contrário que você pense.. não. Ela não é uma louca-apaixonada que quer possuir cada vez mais o que já tem. Ela só cuida do que é dela, e não esta errada. Aliás, qual é a obra feminina do zoodiaco que não se sente ameaçada em alguma circunstância? É preciso de muito para tirá-la do sério... a questão é que as vezes, o pouco pra você já é um muito para ela. Se é que me entende!
E sua postura atrai mesmo aqueles que pouco se importam com tanta formalidade. Se quer, dificilmente não consegue. E se não conseguir, não esquenta. Ela sabe, se tentar mais uma vez, vai conseguir mesmo. Não pensa em nada que não seja concreto. Só acredita no que vê e raramente no que sente, pode até duvidar de si mesma quando se vê apaixonada. " Mas será que estou mesmo? "
Se estiver, sorte sua. Além de grande mulher, você ganhou um grande protetora. Ela dá o mundo para te proteger.
E não venha você com coisas, palavras e atitudes artificiais que ela não vai aceitar. Na verdade, se não for intensamente verdadeiro e verídico, ela nem vai ouvir. Ela vai ignorar!
Te aconselho a não provoca-lá... não despertar o ciumes dessa mulher. Adora esconder os sentimentos, as fraquezas, mas eu não pagaria para ver. Pode vir, não vai abate-la. Afinal, ser o que ela é já é o bastante, não há de que se preocupar... ela sabe! Não a subestime e nem a apresse se não quiser ve-la em seu momento ação, do qual ela não têm medo de fazer juz ao nome do signo. Poucas vezes irá ouvi-lá dizer "foi mais forte do que eu. " sabe se controlar, sabe não se apaixonar.. mas se não conseguir, olha.. sorte sua, sorte sua!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
"...A vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou quase tudo, ou justamente o que não deveríamos, a gente faz planos mesmo em cima dos silêncios deles, a gente vê beleza em cada sumiço, a gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão, nós temos a mente completamente diferente da deles. Não precisa procurar no meio da multidão, coisas acontecem quando você desiste de procura-lás, posso me aproximar sem invadir seu espaço, mas posso me aproximar tanto que seja impossivel de não o invadir. Não há como garantir que não possa me esforçar em ser interessante sendo que o que eu quero é ser o melhor que você merece. E de tudo que posso ser pra você eu só pediria que nunca fugisse de mim, nem mesmo quando por alguma razão eu deixasse a máscara cair, eu irei segurar sua mão como quem segura a mão de alguém que esteja pendurado sobre um barranco. E seguirei por dias, semanas, meses tentando tocar o seu coração até que um dia eu consiga. E de nenhuma forma te prender, mas sentir medo de te perder, e jamais te limitar mas chorar quando decidir ir embora, e esperar suas mudanças naturalmente sem forçar você, roubar mil beijos seus quando você decidir ter alguma crise de raiva, tentar te acalmar e ser incapaz de causar algum sofrimento a você. E eu não somente diria que canta mal como cantaria com você, provando assim que existem pessoas que cantam horrivelmente, e que você não é a única, mas a que eu estaria disposta a escutar, e quando você decidir falar demais, que eu debrusse sua cabeça no meu ombro e escute tudo que tem a dizer, e quando for desastrado que haja fôlego para não morrermos de tanto rir. E que você sinta vontade de precisar de mim, mas não só quando houver necessidade, que você sinta isso mesmo tendo passado um dia inteiro comigo, que não veja e nem sinta as horas passando quando estiver ao meu lado, e que nunca seja o suficiente o tempo que passarmos juntos, que você sempre sinta vontade de mais, mais e mais. E que você suporte os meus defeitos e se sinta orgulhoso das minhas qualidades, e apesar de não ter uma beleza extrema, poder fazer com que você enxergue que gostar de alguém vai muito além de beleza fisica, e tentar também de algum jeito (infelizmente só tentar) fazer com que você não precise olhar em outras direções, porque seus olhos vão estar dentro dos meus. Eu quero sempre encontrar você, sejá lá aonde você estiver, e que eu consiga ser o seu perfeito, mesmo sendo imperfeito."
terça-feira, 19 de abril de 2011
Eu não quero ir embora e esperar o dia seguinte. Porque cansei dessa gente que manda ter mais calma. E me diz que sempre tem outro dia. E me diz que eu não posso esperar nada de ninguém. E me diz que eu preciso de uma camisa de força. Se você puder sofrer comigo a loucura que é estar vivo. Se você puder passar a noite em claro comigo de tanta vontade de viver esse dia sem esperar o outro, se você puder esquecer a camisa de força e me enroscar no seu corpo para que duas forças loucas tragam algum equilíbrio. Se você puder ser alguém de quem se espera algo, afinal, é uma grande mentira viver sozinho, permita-se. Eu só queria alguém pra vencer comigo esses dias terrivelmente chatos.
domingo, 17 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
'Preciso muito que alguma coisa muito muito boa aconteça na minha vida... alguma coisa, alguma pessoa. Acho que tenho medo de não conseguir deixar que o passado seja passado, de aceitar verdades pela metade, de viver de ilusão ! Eu preciso muito muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Tenho sentido necessidades do novo, não importa o quê, mais que seja novo, nem que sejam os problemas. Preciso deixar a casa vazia para receber a nova mobília ! Fazer a faxina da mente, da alma, do corpo e do coração ! Demolir as ruínas e construir qualquer coisa nova, quem sabe um castelo. '
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Se lembra ?
Quando era tudo legal
E nada precisava ser real
Felicidade era um momento
Não tínhamos responsabilidades nem tormentos
Gargalhada vinha do nada, mesmo na hora errada
Não precisávamos nos perguntar nada
Muito menos o que era felicidade
Apenas sentíamos de verdade
Crescemos e descobrimos que tudo tem um porquê
E que respostas não são ditas sem viver
Que tudo tem uma consequência
E de muitos que amamos teremos que suportar a ausência
Éééé ....
Já faz tempo que o tempo parou
Nem sei por que, ou onde estou
Parece que não faz sentido
Tudo, ate em que acredito
Antes fazia tudo despercebido
Hoje percebo o que eu deixo de fazer
A vida é mais do que crer
Sei que nem tudo posso fazer
Nem tudo posso ter
Apenas sou um sonhador
Aprendendo a manusear a dor e o amor
"Tem algo errado aqui ? ;p
Já não é mais como antigamente"
Quando era tudo legal
E nada precisava ser real
Felicidade era um momento
Não tínhamos responsabilidades nem tormentos
Gargalhada vinha do nada, mesmo na hora errada
Não precisávamos nos perguntar nada
Muito menos o que era felicidade
Apenas sentíamos de verdade
Crescemos e descobrimos que tudo tem um porquê
E que respostas não são ditas sem viver
Que tudo tem uma consequência
E de muitos que amamos teremos que suportar a ausência
Éééé ....
Já faz tempo que o tempo parou
Nem sei por que, ou onde estou
Parece que não faz sentido
Tudo, ate em que acredito
Antes fazia tudo despercebido
Hoje percebo o que eu deixo de fazer
A vida é mais do que crer
Sei que nem tudo posso fazer
Nem tudo posso ter
Apenas sou um sonhador
Aprendendo a manusear a dor e o amor
"Tem algo errado aqui ? ;p
Já não é mais como antigamente"
terça-feira, 5 de abril de 2011
Não quero que você me largue. Não quero te largar. Não quero ter motivos pra ir embora, pra te deixar falando sozinho, pra bater o telefone na sua cara... Eu fiz isso com todos os outros. É, só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente. Dessa vez, com você, eu queria (quero!) que desse certo.
Tati Bernardi
Tati Bernardi
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Vai menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca somente. Vai, esquece do mundo. Molha os pés na poça. Mergulha no que te dá vontade, que a vida não espera por você. Abraça o que te faz sorrir. Sonha que é de graça, não espere. Promessas, vão e vem. Planos, se desfazem. Regras, você as dita. Palavras, o vento leva. Distância, só existe pra quem quer. Sonhos, se realizam, ou não. Os olhos se fecham um dia, pra sempre. E o que importa você sabe, menina. É o quão isso te faz sorrir. E só. (Caio F. Abreu)
sábado, 12 de março de 2011
Pirulitos se tornam cigarros. Inocentes viram vadias. Dever de casa vai pro lixo. Celulares conectados no twitter durante a aula. Detenção se transforma em suspensão. Refrigerante se torna vodka. Bicicletas viram carros. Beijos viram sexo. Vocês se lembram de quando usar proteção era botar um capacete? De quando a pior coisa que você poderia levar de garotos eram cosquinhas? De quando os ombros do pai eram o lugar mais alto e inatingível e mamãe era nossa heroína? Aliás, lembram-se de quando heroína era o feminino de herói? De quando seu pior inimigo era seu irmão? De quando war era só um jogo de cartas? De quando a única droga que você conhecia era remédio pra tosse? De quando remédio pra tosse era realmente usado pra curar tosse? De quando usar uma saia não te transformava numa vadia? A maior dor que você sentia era quando ralava os joelhos e os “adeus” duravam até só o amanhecer de outro dia. E nós não podiamos esperar por crescer?
sexta-feira, 11 de março de 2011
Nossos corpos se procuram, como numa dança, ballet de Bolshoi, sincronizado, bonito, leve. Olho no olho, boca na boca. Eu entro, você sai. Você sai, eu entro. E é aí que a gente se encontra! Encontro de almas. Doçura que quase rasga, invade... e sorri! Doce, como é doce o rosto da filha que eu imagino que a gente vai ter... Há em nós uma beleza que ainda está por vir. Completa, inteira e que nunca é igual.
Autor desconhecido
Autor desconhecido
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Mário Quintana
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveita-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveita-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.
Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade. Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
E assim se esvai a dor. E o medo já não domina. Os raios já emanam e o brilho se torna inegável. O destino se faz claro, já não há mais dúvidas. O amor é apenas amor, ainda que pulse. Sonhos e coragem é o que resta, e basta. Como se fosse preciso ter certeza do que se é. Como se preparasse o mundo para sua chegada. Porque o homem não está preparado para ver a lagarta criar asas, por isso a clausura ante a evolução. Pois bela é a borboleta, ainda que, enquanto lagarta, já a seja. Tenho lido muito Caio F., e um um dos trechos que me chamou atenção, pela simplicidade assustadora, diz assim: "Jamais olhava para trás, jamais: o que estava feito, estava feito, estava consumado, estava para sempre imutável, inamoldável, fechado em si mesmo, estanque: o tempo", concluo que ainda sou eu, apesar dos pesares, eu. Há tanto não escrevia nada. Já não lembrava o cheiro da tinta no papel, sob o silencioso som da madrugada. Agora com a casa em ordem, ouço o chamado do mundo. E em homenagem aos meus, retomo o meu ofício: instigar a intriga ao intragável. Quando tudo parece não ter sentido, você percebe que é grande o suficiente para vencer e tão pequeno a ponto de desistir. Então a natureza mostra que não existem outras chances, e que não há consertos. Só novas chances de acerto. E aceita que o erro é a essência da perfeição. Um passo de cada vez, e cada vez mais um passo. E continuo minha caminhada... sempre em busca, ainda não sei de quê. De mim, talvez. E como canta Chico: "Estarei feliz, sendo eternamente o que já fui".
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Eu sou tão estranha... Às vezes eu gosto de ficar sozinha, de não falar com ninguém. Às vezes converso horas, com qualquer um. Às vezes eu fico exageradamente triste, feliz, ou com raiva, do nada. Às vezes, eu escuto uma música milhares de vezes sem cansar dela: "isso me acalma, me acolhe a alma, isso me ajuda a viver"... É que as músicas que eu gosto parecem ser um pedaço da minha vida. Guardo lições nelas. Às vezes eu falo coisas que não deviam ser ditas e deixo de falar as coisas que realmente importavam. E às vezes eu machuco as pessoas, às vezes elas é que me deixam em pedaços, mas não me perco. Junto, colo, guardo os pedacinhos. E sim, há vezes em que eu não peço desculpa. Algumas vezes me arrependo do que faço, do que digo, do que escolho. E quero voltar atrás. E na maioria das vezes, eu esqueço do quanto aprendi com meus erros e do quanto eles foram necessários também, do quanto eu cresci e do quanto eu me sinto bem agora, mesmo eu sendo assim, talvez tão estranha. Às vezes, esqueço de mim. Mas hoje, marquei um encontro comigo. Fazia tempo que não me olhava de frente, de perto. Não posso me atrasar... Estou ansiosa pelo encontro! É que de repente bateu uma saudade louca de tudo, dos amigos antigos, das pessoas que passaram pela minha vida, até dos amores que não deram certo, da infância, do tempo que que eu deitava a cabeça no travesseiro e só tinha coisas boas pra pensar, nada de preocupações, decepções... E ali eu tinha certeza de ser feliz! Ali eu aprendi a ser feliz, e segui praticando a lição, a duras penas. Só de piraça, só por teimosia, decidi ser feliz pra sempre. E tenho sido, mesmo quando não sei perceber. Não tenho saudade de ser feliz, tenho saudade de quem eu sou quando reconheço isso.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
"...Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.
Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada..."
Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se não fosse nada..."
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Eu sempre acreditei no acaso. Aquelas três borboletas mostram mais do que um desenho que a gente faz quando é adolescente. É a teoria do caos, ou o efeito borboleta, como muitos chamam. E significa que um acontecimento, por menor que seja, pode causar uma série de outros e esse pequeno acontecimento, se não houvesse existido, mudaria totalmente o curso das coisas. Tem gente que me diz que nada é por acaso, mas eu não estaria me contrariando se acreditasse nisso? Mas no que eu acredito então? Acho que acredito que o acaso desencadeia o resto. E o resto a gente pode chamar do que a gente quiser. Pode ser por acaso que a gente acaba sonhando alguma coisa, e acorda, olha pro lado e vê que o sonho não passa da atual realidade, e sorrir por isso. Mesmo que seja efêmero, mesmo que não leve a lugar algum.
A gente não pode prever as rasteiras que a gente vai levar, muito menos o que vai acontecer quando o acaso te levar a virar aquela esquina que vai te fazer colidir com o que não era esperado. E o acaso não leva meses, nem dias... é por um segundo. E não é ninguém que vai dizer o contrário: é somente esse segundo que vai mostrar qual vai ser a diferença entre um ponto final e três pontos.
Capítulo três: das coisas que eu não entendo. E que eu tento entender. Não é distração, não é coincidência, não é calculado e não é, muito menos, de propósito. Não é nada disso. Mas o que é, eu também não sei. E fazia tempo...
A gente não pode prever as rasteiras que a gente vai levar, muito menos o que vai acontecer quando o acaso te levar a virar aquela esquina que vai te fazer colidir com o que não era esperado. E o acaso não leva meses, nem dias... é por um segundo. E não é ninguém que vai dizer o contrário: é somente esse segundo que vai mostrar qual vai ser a diferença entre um ponto final e três pontos.
Capítulo três: das coisas que eu não entendo. E que eu tento entender. Não é distração, não é coincidência, não é calculado e não é, muito menos, de propósito. Não é nada disso. Mas o que é, eu também não sei. E fazia tempo...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Depois de tanto tempo hoje eu me sinto bem, sem necessariamente estar com alguém do sexo oposto. Cansei de buscar a minha felicidade nos outros, aprendi que quando menos esperamos as coisas acontecem e percebemos que demorou porque não estávamos realmente preparados.
Parei de procurar as respostas e estou deixando acontecer sem me preocupar com o depois, logo eu, que preciso tanto estar no comando. Larguei de mão o que não me faz bem, o que me atrasa e me (re)encontrei em outros lugares - que eu já conhecia - com outras pessoas - que eu também já conhecia -, descobri os verdadeiros valores, aprendi realmente o significado da palavra amizade, o valor de uma gargalhada sincera, a sensação de não fazer absolutamente nada ao lado das pessoas certas sem me preocupar com a marca da roupa, se o cabelo esta desarrumado, se faz chuva ou sol. Não preciso ficar dizendo a toda hora o quanto amo as pessoas que estão na minha volta porque o simples fato de eu ligar, mandar mensagem, incomodar ou mexer em seus cabelos já traduzem o que eu sinto.
Gestos tem poder, até mais do que palavras. Acredite!! Tenho dois objetivos para esse ano e nenhum deles está relacionado em encontrar um amor, mas admito que não vou ficar brava se isso acontecer no decorrer dos próximos meses. Acredito cegamente que mudei, e agora, deitada na minha cama olhando as fotos antigas estampadas no mural percebo que algumas pessoas foram ficando pelo caminho e que outras surgiram pra me fazer crescer ainda mais e assim, não preciso que outros acreditem na minha mudança para eu saber que ela de fato aconteceu. Essa roda gigante não para, e eu tenho pressa.
Parei de procurar as respostas e estou deixando acontecer sem me preocupar com o depois, logo eu, que preciso tanto estar no comando. Larguei de mão o que não me faz bem, o que me atrasa e me (re)encontrei em outros lugares - que eu já conhecia - com outras pessoas - que eu também já conhecia -, descobri os verdadeiros valores, aprendi realmente o significado da palavra amizade, o valor de uma gargalhada sincera, a sensação de não fazer absolutamente nada ao lado das pessoas certas sem me preocupar com a marca da roupa, se o cabelo esta desarrumado, se faz chuva ou sol. Não preciso ficar dizendo a toda hora o quanto amo as pessoas que estão na minha volta porque o simples fato de eu ligar, mandar mensagem, incomodar ou mexer em seus cabelos já traduzem o que eu sinto.
Gestos tem poder, até mais do que palavras. Acredite!! Tenho dois objetivos para esse ano e nenhum deles está relacionado em encontrar um amor, mas admito que não vou ficar brava se isso acontecer no decorrer dos próximos meses. Acredito cegamente que mudei, e agora, deitada na minha cama olhando as fotos antigas estampadas no mural percebo que algumas pessoas foram ficando pelo caminho e que outras surgiram pra me fazer crescer ainda mais e assim, não preciso que outros acreditem na minha mudança para eu saber que ela de fato aconteceu. Essa roda gigante não para, e eu tenho pressa.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Toda vez que escolhemos alguma coisa, deixamos outra para trás e aí nos perguntamos se essa cidade, essas pessoas e esses amores são os certos para nossa vida. Se a pergunta for feita com medo, quem responde é a cabeça ao contrário, a resposta vira do coração e aí está tudo certo, porque ele nunca se engana.
Obs: Se isso não é amor, ele não sabe o que está perdendo.
Obs: Se isso não é amor, ele não sabe o que está perdendo.
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